eu aqui me importando enquanto ele tira sua roupa, ou já tirou faz tempo.
e você ri e trepa e goza e fala e faz todas as putarias neste momento sem pensar em mais ninguém, principalmente em mim.
será que você sabe que eu me importo? sabe, sei que sabe, e ri disso. e ta pouco se fodendo pra qualquer coisa que eu acho, ou então faz exatamente porque eu me importo, é isso, só pode ser.
eu roendo as unhas, deixando o cigarro acabar sozinho no cinzeiro e você fodendo com um estranho qualquer.
me dá dor de estômago, me da falta de ar ou é só uma vontade de não respirar ar nenhum.
vou ali chorar ou rir sem motivo, vou ligar pra um amigo pra não ligar pra você e te atrapalhar.
talvez você saiba que me importo, ou quer que eu continue assim me importando, e eu me importo, e continuarei assim.
vou ali rir e chorar, e você... você pode fuder e gozar e rir e se importar comigo o quanto quiser... se for comigo ainda fico feliz... ou desesperada... ou rindo e chorando assim ao mesmo tempo...
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
domingo, 8 de novembro de 2009
De repente eu entro na mente dela, de repente eu sei tudo o que acontece, de repente eu sinto felicidade plena. Ela dizia em silencio, dizia que me amava, dizia sozinha e tentando não acreditar, ela dizia sofrendo, sofrimento sem razão, se soubesse o quanto eu queria ouvir aquilo certamente gritaria pro mundo, ou pelo menos diria ao pé do ouvido, do meu ouvido, me fazendo tremer braços e pernas, sentir frio na barriga e vontade de esparramar as roupas no chão imediatamente.
Eu sempre reparei em como ela evitava me ver, sempre reparei como ela arrumava qualquer desculpa para estar longe, o mais distante possível. O dia que assim sem querer nos encontramos, eu pude ver o infinito em seu olhar. Me olhava sem qualquer maldade, sem qualquer vontade de parar de olhar, olhava sem nem dizer alguma coisa, e dizia, mas dizia com o olhar, e dizia a vontade de me ter, dizia o que por tanto tempo eu disse, disse e ainda quero dizer. Ficamos o tempo todo sem palavras, apenas nos olhamos, não conseguia nem respirar, não conseguia parar de olhar.
Eu sempre reparei em como ela evitava me ver, sempre reparei como ela arrumava qualquer desculpa para estar longe, o mais distante possível. O dia que assim sem querer nos encontramos, eu pude ver o infinito em seu olhar. Me olhava sem qualquer maldade, sem qualquer vontade de parar de olhar, olhava sem nem dizer alguma coisa, e dizia, mas dizia com o olhar, e dizia a vontade de me ter, dizia o que por tanto tempo eu disse, disse e ainda quero dizer. Ficamos o tempo todo sem palavras, apenas nos olhamos, não conseguia nem respirar, não conseguia parar de olhar.
Assinar:
Postagens (Atom)